Na onda do crochê ...
Não sei se já perceberam, mas adoro crochetar. Algo que vem de família. Uma de minhas avós era crocheteira mesmo. Daquelas que conseguia tirar um molde e recriar qualquer trabalho que ela visse. E crochetava com uma linha tão fina, que mais parecia uma linha de costura. Os resultados eram verdadeiros primores. Eu mesmo pouco tempo convivi com ela. Pois ela morava na França. Mas foi o suficiente para que ela me ensinasse o crochê que ela tanto amava.
E eu até que desenvolve algumas habilidades dela. Eu consigo fazer um crochê bem rápido e consigo tirar bastante coisa de olhar o pano original.
Acredito que teria bastante pratica se me empenhasse mais. E descobri tudo isso de uns tempos para cá. Para evitar a depressão do desemprego eu comecei a crochetar. Afinal é uma ocupação relativamente barata e que só demanda tempo (o que eu tinha de sobra) e paciência algo que eu precisava desenvolver para passar por aquele tempo turbulento da minha vida.
O crochê foi ao final um importante aliado nessa luta contra a depressão. Pois eu fiquei sem animo até pra a internet nessa época. E o que saiu de bom desse tempo foram os tapetes, caminhos, descansos de prato que fiz e dei de presente a amigos e parentes.
Agora com esse tempinho frio eu tive a ideia de fazer uma golinha coma linha perdida no meu armário. E não é que ficou uma gracinha o trabalho. Todo mundo adorou e eu amei o mimo que fiz para mim mesma...